Por Camilo Mota*

A visibilidade cada vez maior de extremismos religiosos no Brasil e no mundo convida a uma reflexão mais aprofundada sobre como está se configurando a relação dos homens com Deus na contemporaneidade nos campos da cultura e da sociedade. Em “O mal estar na civilização”, Sigmund Freud demonstrava, no início do século XX, como a sociedade cria suas estruturas de poder em torno de um imaginário que teria como princípio a proteção e a preservação da vida, mas que gera dentro de si as forças opostas a essa mesma representação. Ao analisar as formações gregárias no exército e na igreja, o psicanalista austríaco descreveu com bastante clareza como o homem gera dentro de seus grupos sociais o ódio ao outro, à diferença, ao estranho. Tudo aquilo que não faz parte do meu grupo passa a ser o meu inimigo. A sociedade que criamos para nos sentirmos bem e em paz é a mesma responsável pelo mal estar que sentimos.

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O viver deve continuar sendo determinado pela lógica de mercado e consumo, onde as pessoas valem mais pelo que têm do que pelo que são? Em tempos neoliberais, de coisificação das relações humanas e de tantas certezas, é profícuo o exercício da dúvida, das ações questionadoras.

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A Praça Antônio Raposo voltou a respirar cultura. Desde o início do ano, a Prefeitura de Araruama está realizando o projeto Arte e Cultura na Praça, valorizando a apresentação de artistas locais e regionais. De sexta a domingo, acontecem apresentações de dança, teatro e música, com entrada franca. Confira a programação da segunda quinzena de março.

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Há quem se impressione com as denúncias, muitas vezes sem provas, nesta enorme publicidade que é a Operação Lava Jato. Mas há um crime continuado que se comete contra o Brasil e continua impune. E nem mesmo encontra dispositivo legal que o tipifique: o crime da manutenção na ignorância do povo brasileiro.

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Foto: Elza FiuzaRecente estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Columbia, Michigan e Colorado, nos EUA, demonstrou como a rejeição amorosa tem a mesma correspondência que as dores físicas no ser humano. Baseado no mapeamento das atividades cerebrais, eles verificaram que o sentimento de perda e separação tem o mesmo impacto que o de uma queda ou um ferimento.

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O que existe por trás das abduções? A Região dos Lagos já teve registro de avistamentos de Objetos Voadores não Identificados (OVNIS)? Esta e outras questões fazem parte da conferência “Discos Voadores: a realidade revelada e a preparação para o contato final”, que será realizada pelo coeditor da Revista UFO Marco Antônio Petit, no dia 25 de março, no auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Araruama.

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